10 perguntas para fazer ao fornecedor de backlinks antes de pagar
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Antes de pagar por backlinks, faça dez perguntas ao fornecedor: como obtém os links, que critérios os sites cumprem, onde o link fica na página, como será marcado, quem escolhe a âncora, por quanto tempo permanece no ar, que relatório você recebe e o que ele não promete. As respostas evasivas dizem mais do que o preço. Para o contexto geral, veja o que são backlinks.
Resumo rápido
- Você é o responsável pelo que o fornecedor faz no seu nome. A própria orientação do Google para quem contrata SEO diz isso com todas as letras.
- As dez perguntas cobrem método, critérios, posição do link, atributo
rel, âncoras, permanência, relatório e promessas. - Resposta boa é específica, verificável e admite limites. Resposta ruim é vaga, secreta ou promete posição.
- Compare no mínimo duas propostas com a mesma tabela e faça um pedido de teste pequeno antes de ampliar.
- Mesmo com todas as respostas boas, comprar links para influenciar ranking continua em tensão com a política do Google.
Como ler este guia
Se você é iniciante, leia as perguntas na ordem e use os blocos "resposta boa" e "resposta de alerta" como roteiro. Se já trabalha com SEO, vá às caixas "Para quem já trabalha com SEO" e à tabela do exemplo, que mostram como comparar propostas e quais cláusulas pedir.
Por que perguntar antes de pagar?
Porque a responsabilidade é sua. A orientação do Google sobre contratar SEO lembra que, no fim, você responde pelas ações das empresas que contrata, recomenda ter cuidado com quem é reservado sobre o que pretende fazer e diz que ninguém pode garantir o primeiro lugar. O mesmo texto avisa que técnicas que violam as políticas de spam podem reduzir a presença do site no Google ou até removê-lo do índice.
Há ainda um motivo prático: um fornecedor transparente responde às dez perguntas em poucos minutos e por escrito. Quem foge delas está avisando algo. Se você prefere uma lista de verificação sobre a sua própria preparação, use antes o checklist de 20 pontos para comprar backlinks.
Em linguagem simples: perguntar ao fornecedor é como pedir referências a um pedreiro antes de contratar a obra. O bom profissional mostra como trabalha, o que usa e quanto tempo leva, sem se irritar. O que se irrita ou diz "confie em mim" já deu uma resposta.
Quais são as 10 perguntas?
São dez perguntas, cada uma com o motivo, o que esperar de uma resposta boa e o que deve acender o alerta. Envie todas por escrito e guarde as respostas.
1. Como você consegue estes links?
Pergunte pelo processo, não pelo resultado. Uma resposta boa descreve etapas reais: prospecção de editores, acordo de publicação, texto escrito para o site. Uma resposta de alerta fala em "rede própria", "método exclusivo", "automação" ou se recusa a explicar. Redes de sites criadas para vender links são o ponto central de PBN: como funciona, riscos e alternativas.
2. Que critérios os sites precisam cumprir?
Boas respostas trazem critérios mensuráveis e a forma de checagem: autoridade mínima, tráfego orgânico real, assunto relacionado, idioma e país. Alerta: "só sites de alta autoridade", sem mais nada. Autoridade (DR ou DA) é uma métrica de ferramenta de terceiros e a mais fácil de inflar, por isso peça também o tráfego orgânico.
Para quem já trabalha com SEO: peça o tráfego orgânico por país e a tendência dos últimos 12 meses, não só o número atual. Um site com tráfego estável, vindo do Brasil, é bem diferente de um com pico recente ou tráfego de outro idioma. Verifique também a proporção de posts patrocinados em relação aos editoriais.
3. Posso verificar o tráfego e o histórico dos sites?
Uma resposta boa permite a verificação de cada link entregue. Alguns fornecedores protegem a lista de sites parceiros para não marcar os domínios como vendedores de links, o que é um motivo legítimo; nesse caso, o ponto é que você receba a URL de origem de cada link e possa conferir tudo depois. Alerta: lista "confidencial" e nenhuma URL entregue.
4. Onde o link aparece na página?
Resposta boa: no corpo de um texto relevante, escrito para aquele site. Alerta: rodapé, barra lateral, página de parceiros, comentários ou links repetidos em todas as páginas do site (sitewide). A política de spam do Google lista como link spam, entre outros casos, links distribuídos em rodapés e modelos de vários sites.
5. Que tipo de conteúdo mais aparece no site e quantas publicações patrocinadas ele faz?
É a pergunta da vizinhança. Resposta boa: o site tem conteúdo editorial próprio, leitores e poucas publicações pagas, todas do mesmo universo temático. Alerta: aceita qualquer assunto, cheio de "patrocinado" e links para cassinos ou produtos sem relação.
Em linguagem simples: a vizinhança é a "rua" onde o seu link vai morar. Se a rua só tem placas de apostas e remédios milagrosos, o endereço não ajuda a sua reputação.
6. Como o link será marcado, com sponsored, nofollow ou sem atributo?
O Google pede rel="sponsored" ou rel="nofollow" em links pagos, como explica a página sobre qualificar links de saída. Resposta boa: o fornecedor responde direto e conhece essa política. Alerta: diz que "dofollow é garantido" e finge que a política não existe. Você decide o trade-off, mas precisa saber o que está comprando; veja dofollow, nofollow, sponsored e UGC.
7. Quem escolhe a âncora e a página de destino?
Resposta boa: você define a página de destino e sugere a âncora, e o fornecedor orienta sobre variação. Alerta: ele impõe a mesma âncora comercial em todos os links. Um perfil com variação (marca, URL, termos parciais) parece mais natural; o guia de texto âncora detalha tipos e proporções.
8. Por quanto tempo o link fica no ar e o que acontece se for removido?
Resposta boa: prazo de permanência e de reposição por escrito, com o procedimento para avisar. Alerta: "permanente" ou "vitalício" sem nenhum texto, ou reposição apenas mediante novo pagamento.
Para quem já trabalha com SEO: peça que a cláusula defina o que conta como remoção. O link pode continuar no ar e mesmo assim perder valor se a página virar
noindex, retornar 404, tiver o link trocado pornofollowdepois ou mudar a âncora. Também defina em quanto tempo a reposição acontece e qual é a verificação periódica.
9. Que relatório vou receber e quando?
Resposta boa: lista com URL de origem, URL de destino, âncora, data de publicação e atributo rel de cada link, com prazo de entrega informado. Alerta: apenas prints, métricas de ferramenta própria ou "entregamos 100 links em 24 horas". Pedir a data de publicação serve para anotar a linha de base e acompanhar o efeito, como mostra quanto tempo um backlink leva para dar resultado.
10. O que você garante e o que não garante?
Resposta boa: garante a entrega e a permanência segundo o combinado e admite que a posição no Google depende de outros fatores. Alerta: promete posição, prazo ou efeito imediato. O Google diz que, se alguém garante o primeiro lugar nos resultados, você deve procurar outra pessoa.
Como conduzir a conversa em quatro passos?
Conduza por escrito e em formato comparável, para que as respostas possam ser colocadas lado a lado.
- Envie as 10 perguntas por e-mail a pelo menos dois fornecedores, com a mesma redação.
- Preencha uma tabela comparativa com as respostas e marque o que foi evasivo ou ficou sem resposta.
- Peça um modelo de relatório (sem dados de outros clientes) para ver o nível de detalhe que você receberá.
- Faça um pedido de teste com o menor pacote, confira cada URL e só então amplie. Antes, calcule quantos links você realmente precisa em quantos backlinks eu preciso.
Exemplo hipotético: comparando três propostas
Exemplo hipotético, com fornecedores e preços fictícios. Uma loja pede as dez perguntas a três empresas e monta a tabela abaixo (mostrando apenas as respostas mais decisivas).
| Pergunta | Fornecedor A | Fornecedor B | Fornecedor C |
|---|---|---|---|
| 1. Como obtém | Outreach manual a editores | "Rede própria de sites" | Marketplace, você escolhe o site |
| 2. Critérios | Autoridade, tráfego orgânico e tema | "DR 50+", sem outros critérios | Filtros do marketplace |
| 4. Posição | Corpo do artigo | Rodapé ou barra lateral | Corpo do artigo |
| 8. Reposição | 6 meses, por escrito | "Vitalícia", sem texto | 30 dias |
| 10. Promessa | Sem garantia de ranking | "Top 3 em 60 dias" | Sem garantia de ranking |
| Preço por link | R$ 140 | R$ 25 | R$ 180 mais taxa |
O Fornecedor B sai da disputa mesmo com o menor preço: as respostas 1, 4 e 10 já são sinais de alerta, e o preço baixo é coerente com esse método. Entre A e C, a decisão é de modelo: C permite escolher o site, mas exige mais trabalho de filtragem e tem reposição curta; A tem preço previsível e reposição maior, mas você não escolhe o domínio. Para comparar faixas reais de preço, veja quanto custa um backlink no Brasil.
Como a Contentor responde a essas perguntas?
Para servir de régua, estas são as respostas oficiais da Contentor, que não substituem a sua verificação. Os links são permanentes e contextuais, em sites brasileiros, por meio de parceria com mais de 4.000 sites e outreach feito pela equipe. Os sites seguem o critério de DR 20 ou mais, tráfego orgânico real e assunto relacionado ao do cliente. O cliente informa a página de destino e a âncora, recebe as URLs de origem, e a entrega leva de 7 a 14 dias úteis.
Há reposição gratuita por 6 meses para links removidos, e não há garantia de posição no Google. O cliente não escolhe o site, porque a lista de parceiros é protegida; esse é um ponto a pesar, como no exemplo do Fornecedor A. E como qualquer compra de links para ranking, ela está sujeita à política de spam do Google, o que vale para qualquer fornecedor. O preço é de R$ 150 por link em nicho white e o triplo em nicho black.
Perguntas frequentes
Quantos fornecedores devo comparar antes de comprar?
Compare ao menos dois e, de preferência, três, sempre com as mesmas dez perguntas por escrito. Com apenas um, você não tem base para saber se o preço, o prazo e a política de reposição são razoáveis. Com mais de quatro, o esforço de comparar costuma passar do benefício.
O fornecedor pode se recusar a listar os sites?
Pode, e há um motivo legítimo: proteger a lista para os domínios não serem marcados como vendedores de links. O que não é aceitável é não entregar a URL de origem de cada link e impedir qualquer conferência. Se você não puder verificar nada depois da entrega, trate como sinal de alerta.
Qual preço por link é suspeito?
Não há número único, porque o preço varia com autoridade, tráfego e nicho. O sinal de alerta é um preço muito abaixo do mercado, principalmente em pacotes de centenas de links, sem que o fornecedor consiga explicar o método. Compare com as faixas de mercado antes de decidir.
Devo pedir referências de clientes?
Pode pedir, e o Google sugere perguntar por exemplos de trabalhos anteriores ao contratar SEO. Em link building, porém, depoimentos e estudos de caso podem ser difíceis de verificar. Prefira o teste pequeno: um pedido de poucos links, conferido URL por URL, diz mais do que qualquer referência.
E se o fornecedor não responder a uma das perguntas?
Peça de novo por escrito e anote. Uma pergunta sem resposta, sobretudo as de método (1), de posição do link (4) ou de promessa (10), vale como resposta ruim. Se o restante for muito bom, faça apenas o pedido de teste e não amplie antes de esclarecer a dúvida.
Próximo passo
Com as respostas em mãos, revise os riscos de política em comprar backlinks é seguro? e entenda por que redes de sites para vender links são o pior cenário em PBN: riscos e alternativas. Para avaliar cada site individualmente, use como identificar backlinks de qualidade. Se quiser comparar com a oferta da Contentor, os pacotes estão em comprar backlinks.
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